As raposas são animais mamífero onívoros pertencentes à família Canidae. São canídeos de porte médio, caracterizados por um focinho comprido e uma cauda longa e peluda. Também apresentam como particularidade suas pupilas ovais, semelhantes às pupilas verticais dos felídeos.
De cerca de 37 espécies reconhecidas como raposas, somente 12 pertencem ao gênero Vulpes das "raposas verdadeiras", do qual a raposa vermelha é a mais comum.
A Caça à raposa, considerada uma tradição da Inglaterra, foi proibida em 2005 pelo Parlamento Britânico por violar os direitos dos animais propostos pela UNESCO. Na Escócia, a caça à raposa já havia sido proibida alguns anos antes. Entretanto, a despeito de alguns países proibirem o comércio, muitas raposas e fenecos continuam a ser vendidos na Rússia e nos Estados Unidos da América como animais de estimação.
As raposas sul-americanas, embora sejam canídeos, não pertencem ao gênero Vulpes. Por essa razão, biologicamente, são consideradas "falsas raposas". Seu gênero é denominado Pseudalopex (pseud =falso - alopex =raposa). O nome popular foi atribuído às raposas por sua semelhança tanto física quanto comportamental com as raposas do hemisfério Norte.
Zoológico Mundial
terça-feira, 15 de maio de 2012
Leão
Leão é o nome popular do felino cujo nome científico é panthera
leo.
O
leão é encontrado em três continentes: África, Europa e Ásia. Porém, a grande
concentração atual de leão ocorre nas savanas africanas.
A
cor deste animal varia entre a amarela claro e o marrom.
Os machos se diferenciam das fêmeas pelo tamanho, peso e presença
da grande juba.
Os leões são carnívoros e caçadores (principalmente as fêmeas). Os
leões se alimentam de antílopes, gnu, búfalos, zebras, javalis e outros
mamíferos de pequeno e médio porte. Um leão de grande porte pode comer até 35
quilos de carne em apenas um dia.
Vivem em grupos de 5 a 40 animais, formado na maioria por fêmeas.
As fêmeas são responsáveis pela caça e cuidado dos filhotes,
enquanto os machos são encarregados de proteger o grupo dos animais maiores.
Existem várias espécies de leões, porém as mais conhecidas são:
leão-sul-africano, leão-do-atlas, leão-asiático, leão-do-cabo e leão-senegalês.
Podem atingir até 55 km/h, porém conseguem percorrer pequenas
distâncias.
terça-feira, 6 de março de 2012
Focas
As focas são de sangue quente e amamentam as crias. Ela é a menor espécie dos oceanos, com o comprimento de 1,40 m e 90 kg. Tem geralmente a cor cinza chumbo, algumas vezes, com riscas brancas ou manchas em todo o corpo. Nas "focas-peludas", os machos apresentam a cor do pêlo mais escuro que as fêmeas.
Os pés e as mãos são as nadadeiras, onde os dedos estão ligados por membranas, formando uma superfície de bom tamanho para favorecer o deslocamento na água. Tudo isso lhes permite nadar com agilidade de peixe, embora tenham a pele coberta de pêlos.
O pescoço é pouco notável, parecendo a cabeça ligada diretamente ao tronco. O revestimento do corpo - uma espessa epiderme coberta de pêlos, sobre uma camada grossa de gordura - protege-os contra o frio e é um bom motivo para que habitem os mares da região polar. As focas podem viver de 25 a 35 anos, porém, já foi registrado uma foca com 40 anos.
A palavra "otária" deriva do grego e quer dizer "orelha pequena". As focas verdadeiras, da família dos Focídeos, são ditas "sem orelhas", o que é a pura verdade. Essa carência de orelhas entre os pinípedes não lhes afeta a audição, aliás, seu sentido é o mais desenvolvido. Além disso, possuem olfato bom o bastante para permitir a caça na águas profundiais, aonde chega pouca luz.
Os pés e as mãos são as nadadeiras, onde os dedos estão ligados por membranas, formando uma superfície de bom tamanho para favorecer o deslocamento na água. Tudo isso lhes permite nadar com agilidade de peixe, embora tenham a pele coberta de pêlos.
O pescoço é pouco notável, parecendo a cabeça ligada diretamente ao tronco. O revestimento do corpo - uma espessa epiderme coberta de pêlos, sobre uma camada grossa de gordura - protege-os contra o frio e é um bom motivo para que habitem os mares da região polar. As focas podem viver de 25 a 35 anos, porém, já foi registrado uma foca com 40 anos.
A palavra "otária" deriva do grego e quer dizer "orelha pequena". As focas verdadeiras, da família dos Focídeos, são ditas "sem orelhas", o que é a pura verdade. Essa carência de orelhas entre os pinípedes não lhes afeta a audição, aliás, seu sentido é o mais desenvolvido. Além disso, possuem olfato bom o bastante para permitir a caça na águas profundiais, aonde chega pouca luz.
Elefante
Nome comum do maior mamífero terrestre que vive hoje no mundo. Só restam duas espécies vivas: a asiática ou indiana, que vive na Índia e no sudoeste da Ásia, e a africana, que habita a África.
O elefante é um mamífero que pode viver de 100 a 120 anos. Tem o casco semelhante a unha e a tromba é a característica mais notável da anatomia do elefante. É o resultado da transformação do lábio superior e do nariz num órgão alongado, muscular e carente de ossos. Usa-a para alimentar-se de ervas e folhas ou para sugar água quando bebe. As presas do elefante, que estão profundamente encaixadas no crânio do animal, são, na realidade, dois incisivos superiores muito alongados.
São animais gregórios e a unidade social é formada pela família, constituída por uma fêmea adulta e suas crias. Diversas famílias reúnem-se e formam rebanhos que variam entre quinze e trinta indivíduos; os membros dos rebanhos costumam ser aparentados e sempre são conduzidos por uma fêmea adulta, a matriarca.
As únicas duas espécies de elefante que sobrevivem na atualidade se diferenciam com facilidade pelo tamanho de suas orelhas: pequenas, no elefante asiático, e muito grandes no elefante africano, mais corpulento (podem medir 1,5 m de comprimento). A tromba preênsil da espécie asiática termina num só lóbulo, enquanto que na africana existem dois lóbulos.
Crocodilos
Os crocodilianos são os mais evoluídos dos répteis atuais. Incluem entre os crocodilianos, além dos crocodilos, também os oligatores, os jacarés e os gaviais.
Sua anatomia interna é semelhante a das aves. São animais vertebrados e rastejantes (réptil vem do latim reptare = rastejar). Os crocodilos possuem 4 dedos nas patas traseiras. Engolem tudo por inteiro e fazem digestão com sucos gástricos. O tubo digestivo termina no cloaca, saída única para a qual confluem os condutos do aparelho excretor e reprodutor. Possuem dois pulmões, que são bolsas com paredes internas pregueadas e irrigadas por numerosos vasos sangüíneos. Estranha é a respiração: poucos movimentos na caixa torácica.
Têm quatro cavidades no coração, e os sentidos são bem desenvolvidos. Por não serem seus aparelhos respiratórios e circulatórios tão evoluídos como os das aves e mamíferos, os répteis nunca têm oxigênio suficiente para atender à demanda dos tecidos de seu corpo. Logo, a temperatura deles - variável - depende do ambiente. Seu sistema nervoso não consegue regular o calor do corpo em certo nível, por isso são chamados animais de "sangue frio".
Em matéria de inteligência, os répteis ocupam o 3.º lugar na escala animal, depois dos mamíferos e aves. O padrão do cérebro é semelhante ao dos peixes e anfíbios.
Os crocodilos distinguem-se em 13 espécies de Crocodylus. No Brasil, ocorrem várias espécies conhecidas pela designação comum do jacaré.
Coala
O coala tem a cabeça grande, o focinho curto e os olhos bem separados. O nariz é grosso e achatado, e está munido de grandes narinas em forma de V, com as fossas nasais muito desenvolvidas, que meche no seu equilíbrio térmico.
Tanto os membros anteriores como os posteriores possuem cinco dedos. O polegar das patas posteriores é bastante pequeno, não sendo dotado de garras. Os outros dedos são fortes e terminam em garras alongadas. Nas patas posteriores, apenas o polegar é oposto aos outros dedos.
A pelagem é densa e sedosa, desempenha papel importante na regulação térmica e na proteção dos agentes atmosféricos. Como o coala não constrói um abrigo, dorme exposto ao sol e a chuva. A pelagem do dorso é muito densa e de uma coloração escura que absorve o calor. Torna-se mais escassa durante o verão e mais cumprida durante o inverno.
Possui um bom senso de equilíbrio e músculos possantes nas coxas, e quando escala uma árvore, a falta de cauda é compensada pelos dedos bastante largos e pelas garras muito desenvolvidas.
Os coalas e a maioria dos marsupiais só são encontrados na Austrália. Sua abundância na Austrália deve-se à separação entre aquele continente e outras massas terrestres antes que os mamíferos placentários pudessem se estabelecer ali. O coala acabou por ser vítima da caça e da destruição do seu habitat florestal. Antes da chegada do homem branco, em finais do século XVII, este marsupial ocupava uma superfície três vezes mais vasta do que a atual. Este animal foi recentemente introduzido ou reintroduzido em algumas ilhas perto da costa, bem como no interior do país. Estas novas populações foram o fruto de estudos científicos que deram valiosa contribuição para o conhecimento dos comportamentos da espécie.
Tanto os membros anteriores como os posteriores possuem cinco dedos. O polegar das patas posteriores é bastante pequeno, não sendo dotado de garras. Os outros dedos são fortes e terminam em garras alongadas. Nas patas posteriores, apenas o polegar é oposto aos outros dedos.
A pelagem é densa e sedosa, desempenha papel importante na regulação térmica e na proteção dos agentes atmosféricos. Como o coala não constrói um abrigo, dorme exposto ao sol e a chuva. A pelagem do dorso é muito densa e de uma coloração escura que absorve o calor. Torna-se mais escassa durante o verão e mais cumprida durante o inverno.
Possui um bom senso de equilíbrio e músculos possantes nas coxas, e quando escala uma árvore, a falta de cauda é compensada pelos dedos bastante largos e pelas garras muito desenvolvidas.
Os coalas e a maioria dos marsupiais só são encontrados na Austrália. Sua abundância na Austrália deve-se à separação entre aquele continente e outras massas terrestres antes que os mamíferos placentários pudessem se estabelecer ali. O coala acabou por ser vítima da caça e da destruição do seu habitat florestal. Antes da chegada do homem branco, em finais do século XVII, este marsupial ocupava uma superfície três vezes mais vasta do que a atual. Este animal foi recentemente introduzido ou reintroduzido em algumas ilhas perto da costa, bem como no interior do país. Estas novas populações foram o fruto de estudos científicos que deram valiosa contribuição para o conhecimento dos comportamentos da espécie.
Cavalo
"Cavalo" (do latim caballus), é um mamífero ungulado de grande porte. Portador de uma cauda vertebral muito curta, mas prolongada por longos pêlos, o cavalo é reconhecido também pelas orelhas curtas, eretas, e a crina pendente. A dentição apresenta longos incisivos, cujo grau de desgaste indica a idade do animal, e grandes molares. Um grande casco envolve totalmente a última falange do único dedo em que termina cada membro, esse casco chega a pesar até 500 g. O cavalo é herbívoro, granívero e corredor, e não tem outra arma além dos cascos, sua rapidez e fuga evita muitas vezes os confrontos.
A fêmea (égua) tem um filho (potro ou poldro) por gestação, e essa gestação dura 11 meses.
A evolução do cavalo foi marcada pelo aumento de tamanho, a redução e, depois, o desaparecimento dos dedos laterais, ao mesmo tempo que ocorreu o crescimento do dedo médio, a molarização dos pré-molares e o desaparecimento dos caninos.
As principais raças brasileiras são o comum, descendente do berbere (Minas, Nordeste e Rio Grande do Sul); o Guarapuara ou Guarapuavano (Santa Catarina, Paraná e São Paulo); o Mangalarga paulista, o Mangalarga mineiro e Mangalarga Marchador (este em Minas); o Pantaneiro (fixado no Pantanal há três séculos); o Crioulo (Rio Grande do Sul); o Campeiro (Santa Catarina) e o Nordestino. O rebanho brasileiro é calculado em 5,4 milhões de cabeças (1984).
A fêmea (égua) tem um filho (potro ou poldro) por gestação, e essa gestação dura 11 meses.
A evolução do cavalo foi marcada pelo aumento de tamanho, a redução e, depois, o desaparecimento dos dedos laterais, ao mesmo tempo que ocorreu o crescimento do dedo médio, a molarização dos pré-molares e o desaparecimento dos caninos.
As principais raças brasileiras são o comum, descendente do berbere (Minas, Nordeste e Rio Grande do Sul); o Guarapuara ou Guarapuavano (Santa Catarina, Paraná e São Paulo); o Mangalarga paulista, o Mangalarga mineiro e Mangalarga Marchador (este em Minas); o Pantaneiro (fixado no Pantanal há três séculos); o Crioulo (Rio Grande do Sul); o Campeiro (Santa Catarina) e o Nordestino. O rebanho brasileiro é calculado em 5,4 milhões de cabeças (1984).
Canguru
Na Era Secundária, os cangurus abundavam na Eurásia, mas hoje, seu habitat restringe-se à Austrália (na Oceania) e suas proximidades. Descendem dos mais antigos mamíferos. Os cangurus podem chegar a uma velocidade de 20 a 30 km/h.
Dentro da família dos cangurus, podem distinguir-se vários grupos: O primeiro grupo inclui os grandes cangurus, entre os quais se destaca: o canguru-gigante (também chamado canguru-cinza) e o canguru-vermelho. As duas espécies mais conhecidas e de maior tamanho que existem; Os ualabis (ou walabis), menores e de cores mais brilhantes que as espécies grandes; Os cangurus arborícolas, animais robustos e de caudas longas, com as patas anteriores e posteriores de comprimento semelhante.
O segundo grupo é formado pelos: ratos-cangurus ou potorus, animais de pequeno porte, cujo aspecto lembra o de um rato. O terceiro grupo inclui uma só espécie: o rato-almiscarado-marsupial, que é um animal pequeno, parecido com um rato, com a cauda escamosa e sem pêlos.
Dentro da família dos cangurus, podem distinguir-se vários grupos: O primeiro grupo inclui os grandes cangurus, entre os quais se destaca: o canguru-gigante (também chamado canguru-cinza) e o canguru-vermelho. As duas espécies mais conhecidas e de maior tamanho que existem; Os ualabis (ou walabis), menores e de cores mais brilhantes que as espécies grandes; Os cangurus arborícolas, animais robustos e de caudas longas, com as patas anteriores e posteriores de comprimento semelhante.
O segundo grupo é formado pelos: ratos-cangurus ou potorus, animais de pequeno porte, cujo aspecto lembra o de um rato. O terceiro grupo inclui uma só espécie: o rato-almiscarado-marsupial, que é um animal pequeno, parecido com um rato, com a cauda escamosa e sem pêlos.
Baleia
As nadadeiras de uma baleia são membros locomotores atrofiados, remanescentes do período em que seus antepassados eram quadrúpedes. A despeito de sua aparência externa, tem uma estrutura óssea interna bem semelhante à dos membros anteriores dos mamíferos terrestres.
As narinas de uma baleia localizam-se bem no alto de sua cabeça. Subindo à superfície após a submersão prolongada, expele através dela o ar quente e úmido dos pulmões, o qual se condensa em contato com a atmosfera, formando uma coluna de gotículas de água, que às vezes se ergue à altura de mais de seis metros.
A cauda é grande, e constitui o principal órgão propulsor de deslocamento da baleia. O corpo é coberto por uma camada de gordura que ajuda na flutuação do animal e a manter o calor. Essa gordura também funciona como meio para armazenar energia. A audição é o sentido mais importante das baleias. Sabe-se que produzem ao menos dois tipos de sons: os que intervêm em seu sistema de ecolocalização e as vocalizações. Os sons de ecolocalização funcionam como uma espécie de sonar biológico, enquanto as vocalizações são as conhecidas canções das baleias, que parecem ser um meio de comunicação entre os membros da mesma espécie.
A baleia pode viver 30 anos em média, porém já foi registrada uma baleia que chegou até os 50 anos. Pode chegar a 20 km/h.
Apesar de sua imensa boca, todas as baleias têm o esôfago muito estreito. Por isso, nutrem-se de pequenos peixes e organismos marinhos, que recolhem enchendo a boca de água e depois deixando-a escoar através de uma rede de 400 lâminas ósseas, as quais substituem os dentes - que as baleias não têm.
As narinas de uma baleia localizam-se bem no alto de sua cabeça. Subindo à superfície após a submersão prolongada, expele através dela o ar quente e úmido dos pulmões, o qual se condensa em contato com a atmosfera, formando uma coluna de gotículas de água, que às vezes se ergue à altura de mais de seis metros.
A cauda é grande, e constitui o principal órgão propulsor de deslocamento da baleia. O corpo é coberto por uma camada de gordura que ajuda na flutuação do animal e a manter o calor. Essa gordura também funciona como meio para armazenar energia. A audição é o sentido mais importante das baleias. Sabe-se que produzem ao menos dois tipos de sons: os que intervêm em seu sistema de ecolocalização e as vocalizações. Os sons de ecolocalização funcionam como uma espécie de sonar biológico, enquanto as vocalizações são as conhecidas canções das baleias, que parecem ser um meio de comunicação entre os membros da mesma espécie.
A baleia pode viver 30 anos em média, porém já foi registrada uma baleia que chegou até os 50 anos. Pode chegar a 20 km/h.
Apesar de sua imensa boca, todas as baleias têm o esôfago muito estreito. Por isso, nutrem-se de pequenos peixes e organismos marinhos, que recolhem enchendo a boca de água e depois deixando-a escoar através de uma rede de 400 lâminas ósseas, as quais substituem os dentes - que as baleias não têm.
Avestruz
O avestruz, Struthio camelus, é a maior das aves vivas, com uma altura de 2,4m e 150kg. É originário da África (Namíbia Botswana, África do Sul), e também em certas zonas da Arábia. É a única que pertence à família Struthioniformes. São aves polígonas e não migratórias. Adapta-se com facilidade e vive em áreas montanhosas, savanas ou planícies arenosas desérticas. Seus hábitos alimentares são onívoros, o avestruz come ervas, folhagem de árvores, arbustos e todo pequeno vertebrado e invertebrado que consiga capturar.
Embora não voe, por ter asas atrofiadas, as longas, fortes e ágeis pernas, permitem que ele atinja até a velocidade de 120 km/h com vento favorável (média de 65 km/h), pois em uma só passada cobre 4 a 5 metros. Tem o pescoço longo, a cabeça pequena, e tem dois dedos muito grandes (em cada pata) que se assemelham a cascos.
Embora não voe, por ter asas atrofiadas, as longas, fortes e ágeis pernas, permitem que ele atinja até a velocidade de 120 km/h com vento favorável (média de 65 km/h), pois em uma só passada cobre 4 a 5 metros. Tem o pescoço longo, a cabeça pequena, e tem dois dedos muito grandes (em cada pata) que se assemelham a cascos.
Arara
As araras são capazes de articular sons imitando palavras humanas ou vozes de outros animais. São aves de fôlego curto, não cruzam longas distâncias, não voam muito. Mas são aptos a mover-se entre os ramos das árvores, graças ao formato do bico e de suas patas. O bico é robusto, em forma de gancho, e dos quatro dedos, dois dirigem-se para frente e dois para trás (pé zigodáctilo). A arara manipula o alimento com o pé.
Vivem aos bandos, nas florestas da América do Sul, onde é seu ambiente natural. Ao partir em busca de frutas, sementes ou brotos que constituem sua alimentação, emitem gritos estridentes, com grande alarido. Quando muito famintas, chegam a devastar plantações inteiras.
Muito decorativas, suas penas são até hoje empregadas pelos índios como adornos de cocares. Vistosas penas, o tamanho avantajado, o bico muito rijo e a face lisa, são características das araras.
As araras podem viver em uma média de 60 anos de vida.
Vivem aos bandos, nas florestas da América do Sul, onde é seu ambiente natural. Ao partir em busca de frutas, sementes ou brotos que constituem sua alimentação, emitem gritos estridentes, com grande alarido. Quando muito famintas, chegam a devastar plantações inteiras.
Muito decorativas, suas penas são até hoje empregadas pelos índios como adornos de cocares. Vistosas penas, o tamanho avantajado, o bico muito rijo e a face lisa, são características das araras.
As araras podem viver em uma média de 60 anos de vida.
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